11.03.2019 - descobrindo novos ares

Olá! 

Bom, se você chegou aqui, é porque deve ter algum interesse sobre novos ares. É muito importante que tenhamos sempre espaço para nos deixarmos descobrir coisas novas, que tragam inspiração e movimento para nossas vidas. 

Foi isso que a aula de Arte: Conteúdos e Metodologias, no curso de Pedagogia da Unesp de Bauru, propiciou. Esse post é sobre o nosso primeiro contato com a disciplina, que acolheu nossas ideias iniciais e já deixou um gostinho de traria muita informação e experiência através da arte.

A professora Patrícia, no primeiro contato com a turma, estimulou reflexões que nos levasse a pensar a importância da Arte na escola, refletindo acerca do nosso próprio passado escolar e em como as manifestações artísticas estiveram presentes nele. Bom, a maioria das conclusões foi consensual: o ensino de arte se dera de forma tradicional, descontextualizada e sem pretensões de ampliar o repertório dos alunos. 

A partir dessas conclusões, pensamos em expectativas para a disciplina, de forma que esta pudesse contribuir com nossa formação como futuros professores que ministrarão conteúdos de Arte. 

Depois disso, para encerrar e complementar nossa primeira aula, fomos até os ateliês de Arte da Unesp, nos aproximando e conhecendo espaços até então desconhecidos pela maioria de nós. Abaixo, seguem fotos de como foi essa visitinha: 

Corredor do ateliê do curso de Arte :')



A imagem ao lado mostra o corredor do ateliê, que pertence ao curso de Artes Visuais da Unesp Bauru. Podemos notar que, já no primeiro contato, o lugar se mostra inspirador: contém exposições de vários trabalhados realizados pelos alunos de Arte. 

Esses trabalhos possuem, direta ou indiretamente, alguma carga ideológica e provocam seus admiradores a pensar e refletir diante de suas próprias subjetividades.

É um lugar de muita inspiração e cheio de vida!






Escultura exposta no ateliê.



Essa foto é de uma das esculturas expostas no ateliê que mais me chamou atenção. A escultura à esquerda da foto, traz a representação de uma figura toda deformada, como se fosse a representação de um ser humano destruído ou consumido por algum vício. Quer dizer, essa foi minha interpretação, visto que a escultura à direita representou, para mim, um órgão - o que me pareceu um coração - consumido e podre pelo vício em cigarro. Não é muito visível na foto, mas a escultura possui várias bitucas "enterradas", no que talvez possa ser a representação de como o vício em cigarro consome o ser humano. 








Vou deixar aqui outras fotos que demonstram como foi nossa visita aos ateliês: 

Esculturas de materiais como argila, por exemplo.
Maysa (<3) interagindo com os equipamentos do
ateliê de costura.




Esse equipamentos são utilizados pelos alunos no
aprendizado de pontos de costura e tecimento.

Essas esculturas, na maioria de argila, estavam nas
prateleiras para secagem.
 
  Maysa, de novo, em uma das exposições do
corredor, que trazia imagem de artistas e
releituras de obras famosas.
 

Esses manequins também faziam parte da exposição
dos ateliês e foram construções dos próprios alunos.








E, para finalizar, deixo aqui essa foto, que traz um pouquinho da ideia que buscamos (re)construir ao longo da disciplina.

De fato, é importante pensarmos a Arte como formas de expressão, manifestação, socialização e tudo que pode nos remeter à valorização do ser humano como sujeito presente e ativo no mundo. Sujeito este que é munido de ideias e ideologias, que se reconstrói, se reconhece e se redescobre a cada dia e que, através da arte, se manifesta como ser vivo.







Karla Reis.

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